“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada.
(Provérbios 31:10,30)

É compreensível que meninas queiram ser como a Mulher Maravilha, faz parte do imaginário infantil criar tais fantasias, mas como mulheres formadas é algo que, além de ser impossível, está fora do plano original de Deus. O Eterno quando criou a mulher, imaginou uma pessoa idônea, companheira e ajudadora do homem, que completasse o homem, por isso mesmo a formou de uma parte do homem, ou seja, uma Mulher-Maravilhosa e não uma Mulher-Maravilha (Gn 2.18).
Em entrevista à revista ÉPOCA (05/03/12 – pg. 88-90), Camille Paglia, intelectual, escritora americana e dissidente do feminismo diz que o movimento iludiu uma geração inteira ao afirmar que era possível cuidar da carreira primeiro e ter filhos e/ou família depois. Quando essas profissionais finalmente decidiram constituir família e ter filhos, "elas não conseguiram encontrar parceiros ou tiveram problemas de fertilidade. Seus planos foram frustrados pela natureza. As feministas estavam erradas ao exaltar a mulher profissional como mais importante que a mulher mãe e esposa".

Deus criou a mulher não para ser uma Mulher Maravilha, dotada de super poderes, imune à dor, indiferente aos perigos, dona de si mesma, independente de tudo e de todos; mas a fez maravilhosa, capaz de suportar as dores do parto, capaz de ser submissa ao seu marido, capaz de chorar de alegria e sorrir mesmo em meio à tristeza.

Pr. Dener Maia