segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

SÉRIE 1 PEDRO: 13 – O PROPÓSITO DO SOFRIMENTO NA VIDA DO CRISTÃO


13 – O PROPÓSITO DO SOFRIMENTO NA VIDA DO CRISTÃO
(24-05-2017)

Introdução: Muitos cristãos entram em crise quando passam por sofrimento. Perguntam: Por que um cristão sofre? Será que está em pecado? Será que Deus o está castigando? Ele não tem fé ou desconhece seus direitos?
Outros ainda indagam: Se existe sofrimento, Deus existe mesmo? Se Deus é bom e também onipotente, por que não destrói o mal? Por que precisamos sofrer? Por que coisas más acontecem com pessoas boas?
O apóstolo Pedro oferece alguns princípios para triunfarmos no meio do sofrimento.

Texto Bíblico: 1 Pedro 4:1-7
1 Portanto, uma vez que Cristo sofreu na carne, armai-vos também desse mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne já está livre do pecado;
2 para que, no tempo que ainda vos resta na carne, não continueis a viver para os desejos dos homens, mas para a vontade de Deus.
3 Porque basta que no tempo passado tenhais cumprido a vontade dos gentios, andando em libertinagem, prazeres, embriaguez, orgias, bebedeiras e idolatrias repulsivas.
4 Eles acham estranho que não vos juntais a eles na mesma carreira desenfreada de licenciosidade e vos difamam.
5 Terão de prestar contas àquele que está pronto para julgar os vivos e os mortos.
6 Pois é por isso que o evangelho foi pregado também aos mortos, para que, embora julgados segundo os homens quando na carne, vivam segundo Deus pelo Espírito.
7 Mas já está próximo o fim de todas as coisas; portanto, tende bom senso e estai alertas em oração.

1 – O SOFRIMENTO NOS AJUDA A VENCERMOS O PECADO 

O sofrimento faz o pecado perder o poder em nossa vida. Enquanto o sofrimento endurece o ímpio, amolece o coração do crente. O exemplo do sofrimento de Cristo ajuda o cristão a enfrentar o sofrimento com a mesma disposição. O cristão não é melhor do que o seu Senhor. Se o mundo perseguiu a Cristo, infligirá sofrimento a nós também. O sofrimento nos leva a entender que os prazeres do mundo e as paixões da carne não compensam. O sofrimento nos leva a desmamarmos do mundo.
O cristão deve ter três atitudes em relação ao pecado.

1. DECLARAR GUERRA AO PECADO. Portanto, uma vez que Cristo sofreu na carne, armai-vos também desse mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne já está livre do pecado (4.1). Pedro nos convoca a sermos como soldados que colocam seus equipamentos e se armam para a batalha. Nessa guerra espiritual devemos tomar toda a armadura de Deus (Ef 6.11).

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

SÉRIE 1 PEDRO: 12 - O SOFRIMENTO E A VITÓRIA DE CRISTO


12 – O SOFRIMENTO E A VITÓRIA DE CRISTO
(17-05-2017)
Introdução: No texto anterior Pedro orientou os crentes a como se comportarem diante do sofrimento, isso é, sendo corretos, não revidarem ou se vingarem, mesmo quando sofrerem injustamente e a se alegrarem quando sofrerem por causa de Cristo. Além disso, que deveriam estar prontos para defenderem sua fé com mansidão e respeito.
Para justificar o motivo dessa orientação, agora o apóstolo nos fala do sofrimento que o próprio Jesus suportou e mais do que isso, também venceu de forma triunfante e retumbante.

Texto Bíblico: 1 Pedro 3:18-22

18 Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus. Ele foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito,
19 no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão
20 que há muito tempo desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé, enquanto a arca era construída. Nela apenas algumas pessoas, a saber, oito, foram salvas por meio da água,
21 e isso é representado pelo batismo que agora também salva vocês — não a remoção da sujeira do corpo, mas o compromisso de uma boa consciência diante de Deus — por meio da ressurreição de Jesus Cristo,
22 que subiu ao céu e está à direita de Deus; a ele estão sujeitos anjos, autoridades e poderes.

1 - O SOFRIMENTO DE CRISTO

“Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus.” (1 Pedro 3.18a)
Quando o cristão se vê obrigado a sofrer cruel e injustamente por causa de sua fé, só está percorrendo o mesmo caminho que seu Senhor e Salvador percorreu.
Com respeito à morte vicária de Cristo, destacamos três pontos importantes.

A SUA EFICÁCIA. Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas,... (3.18a). Cristo foi nosso exemplo na submissão e agora é nosso exemplo no sofrimento. O sofrimento de Cristo, porém, é único e sem paralelos. O sofrimento de Cristo é vicário. Sua morte fez cessar todos os sacrifícios judaicos. Os sacrifícios sacerdotais no templo tinham de ser repetidos diariamente, mas Cristo fez o sacrifício perfeito e definitivo ao oferecer-se a si mesmo (Hb 7.27). 
O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO. 
JESUS CANCELOU O ESCRITO DE DÍVIDA QUE ERA CONTRA NÓS e 
DESPOJOU OS PRINCIPADOS E POTESTADES (CL 2.14,15). 

A SUA FORMA.... o justo pelos injustos... (3.18b). Mueller observa que estamos aqui numa situação em que toda a humanidade, sem exceção, está colocada de um lado, e Cristo está posto sozinho, do outro. Cristo, que é justo, tomou sobre si os pecados do povo injusto. 
Paulo afirmou aos Romanos: “Como está escrito: Não há um justo, nenhum sequer” (Romanos 3.10). O sofrimento de Cristo foi por nossa causa, e o mistério é que aquele que não merecia sofrer padeceu em nosso lugar aquilo que nós teríamos de sofrer.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

SÉRIE 1 PEDRO: 11 – O CRISTÃO E OS SOFRIMENTOS


11 – O CRISTÃO E OS SOFRIMENTOS
(10-05-2017)
Introdução: A vida nos reserva momentos bons e momentos ruins. O sofrimento humano tem sido objeto de inúmeros livros, pesquisas e investigações. Saber explicar as razões do sofrimento é um grande desafio para qualquer um de nós. No texto de hoje, o apóstolo Pedro escreve como um legítimo pastor, passando orientações aos crentes para que saibam suportar e lidar com o sofrimento, especialmente aqueles que passamos por causa do evangelho de Cristo.

Texto Bíblico: 1 Pedro 3.13-17

13 Quem há de maltratá-los, se vocês forem zelosos na prática do bem?
14 Todavia, mesmo que venham a sofrer porque praticam a justiça, vocês serão felizes. "Não temam aquilo que eles temem, não fiquem amedrontados. "
15 Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.
16 Contudo, façam isso com mansidão e respeito, conservando boa consciência, de forma que os que falam maldosamente contra o bom procedimento de vocês, porque estão em Cristo, fiquem envergonhados de suas calúnias.
17 É melhor sofrer por fazer o bem, se for da vontade de Deus, do que por fazer o mal.

1 – A CORREÇÃO PREVINE A PUNIÇÃO

“Quem há de maltratá-los, se vocês forem zelosos na prática do bem? (3.13).

SEJA ZELOSO: A palavra “zelosos” tem a mesma raiz de “zelotes”, extremistas políticos que se rebelavam contra o poder romano. Pedro, porém, não está exortando os leitores a se tornarem extremistas políticos, mas a investirem sua energia fazendo o bem. O que Pedro está dizendo é que devemos amar o bem com mesma paixão com a qual o fanático patriota ama seu país.

PRATICAR O BEM: Fazer o bem, ser honesto nos negócios, ser fiel a Deus e nos relacionamentos, ser leal com os amigos e superiores e ser correto nos seus negócios deve ser a prática do cristão que deseja dar bom testemunho e não quer ser sofrer condenação ou ser maltratado. As autoridades são ministros de Deus para promover o bem e coibir o mal (Rm 13.4). Quando alguém age com integridade deve receber os louvores da autoridade. 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

DIA 32 - O PODER DA PALAVRA NO AVIVAMENTO - 40 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO


DIA 32 - O PODER DA PALAVRA NO AVIVAMENTO

Neemias estava no cativeiro babilônico, servindo numa posição muito elevada como copeiro do Rei. Mas apesar de estar no cativeiro, sempre foi fiel a Deus e aguardava a promessa de libertação. 

A historia é muito bonita relatando como ele teve a graça e favor do rei permitindo que fosse a Jerusalém reconstruir os muros da cidade. Após a reconstrução aconteceu um momento muito especial onde Deus atuou e enviou um poderoso avivamento espiritual. 

No capitulo 8 vemos o poder da Palavra neste avivamento espiritual:

1. A Leitura da Palavra.

1 Quando chegou o sétimo mês e os israelitas tinham se instalado em suas cidades, todo o povo juntou-se como se fosse um só homem na praça, em frente da porta das Águas. Pediram ao escriba Esdras que trouxesse o Livro da Lei de Moisés, que o SENHOR dera a Israel. 
2 Assim, no primeiro dia do sétimo mês, o sacerdote Esdras trouxe a Lei diante da assembleia, que era constituída de homens e mulheres e de todos os que podiam entender.
3 Ele a leu em alta voz desde o raiar da manhã até o meio-dia, de frente para a praça, em frente da porta das Águas, na presença dos homens, mulheres e de outros que podiam entender. E o povo ouvia com atenção a leitura do Livro da Lei. Neemias 8.1-3
Deus promoveu a este ajuntamento e colocou naquelas pessoas fome e sede da Palavra. Impressionante que a leitura durou das 6 da manhã até o meio dia. Só Deus pode fazer isso.

2. O Estudo e aplicação da Palavra. 

7 Os levitas Jesua, Bani, Serebias, Jamim, Acube, Sabetai, Hodias, Maaséias, Quelita, Azarias, Jozabade, Hanã e Pelaías, instruíram o povo na Lei, e todos permaneciam ali. 
8 Leram o Livro da Lei de Deus, interpretando-o e explicando-o, a fim de que o povo entendesse o que estava sendo lido. Neemias 8.7-8
Além da leitura os levitas ajudaram na interpretação e explicação. A ideia é que não fossem somente ouvintes mas praticantes da Palavra.

3. A Palavra trouxe convicção de pecado.

Então Neemias, o governador, Esdras, o sacerdote e escriba, e os levitas que estavam instruindo o povo disseram a todos: "Este dia é consagrado ao SENHOR, o nosso Deus. Nada de tristeza e de choro!" Pois todo o povo estava chorando enquanto ouvia as palavras da Lei. Neemias 8.9
O povo ficou quebrantado ao ouvir a leitura e explicação da Palavra. Todos estavam chorando de arrependimento pois estavam convictos da sua desobediência.

4. Alegria do Senhor por estarem na Palavra. 

10 E Neemias acrescentou: "Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do SENHOR os fortalecerá".
12 Então todo o povo saiu para comer, beber, repartir com os que nada tinham preparado e celebrar com grande alegria, pois agora compreendiam as palavras que lhe foram explicadas. Neemias 8.10-12 
O povo se alegrou por ouvir, entender e a aplicar a Palavra em suas vidas e agora estavam em paz com Deus.

5. Como resultado fizeram um acordo de obediência integral.
28 "O restante do povo - sacerdotes, levitas, porteiros, cantores, servidores do templo e todos os que se separaram dos povos vizinhos por amor à Lei de Deus, com suas mulheres e com todos os seus filhos e filhas capazes de entender - 
29 agora se une a seus irmãos, os nobres, e se obrigam sob maldição e sob juramento a seguir a Lei de Deus dado por meio do servo de Deus, Moisés, e a obedecer fielmente a todos os mandamentos, ordenanças e decretos do SENHOR, o nosso Senhor. Neemias 10.28-29
Deus operou de tal forma, que os líderes e representantes do povo decidiram assinar um acordo e obedecer os mandamentos que incluíam: 
  • Não dar os filhos em casamento misto com outros povos. 
  • Obedecer o dia de descanso.
  • Contribuir para manter o Templo. 
  • Entregar as primícias para Deus, dos filhos, rebanhos e colheitas. 
  • Entregar os dízimos de tudo.

E no final disseram: Não negligenciaremos o templo do nosso Deus. Neemias 10-39
Impressionante como um avivamento espiritual provoca reações que santificam o povo trazem paz e principalmente manifestam a Glória de Deus. 
Queremos um avivamento desse tipo, resultado da Palavra de Deus.

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MOTIVOS DE ORAÇÃO:
- Ore para que as pregações em nossas igrejas sejam bíblicas. 
- Ore para que Deus atue de tal forma que o povo reconheça seu pecado, se arrependa e volte para a obediência. 
- Peça ao Espírito Santo que desencadeie um grande avivamento em nossas igrejas e nação.


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

SÉRIE 1 PEDRO: 10 – O CRISTÃO E SEUS RELACIONAMENTOS


10 – O RELACIONAMENTO DO CRISTÃO COM A IGREJA
(03-05-2017)
Introdução: Nas mensagens anteriores vimos que Pedro escreveu a respeito de 4 assuntos: O CRISTÃO COMO CIDADÃO (2.11-17), O CRISTÃO COMO TRABALHADOR (2.18-25), O CRISTÃO COMO CÔNJUGE (3.1-7) e hoje vamos estudar a abordagem que ele faz do CRISTÃO COMO MEMBRO DA IGREJA (3.8-12). O apóstolo deixa de falar a grupos específicos dentro da igreja para falar a todo o povo. 

Texto Bíblico: 1 Pedro 3.8-12
8 Quanto ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes.
9 Não retribuam mal com mal nem insulto com insulto; pelo contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança.
10 Pois, "quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade.
11 Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança.
12 Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal".

1 - RELACIONAMENTO COM OS IRMÃOS

“Quanto ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. (3.8). O relacionamento de uns com os outros é um dos grandes desafios da vida cristã. Onde houver “gente”, haverão conflitos, desavenças, divergências de pensamentos e de opiniões. Saber lidar com as diferenças e amar o próximo é uma tarefa árdua, porém, se queremos ser verdadeiros cristãos, precisamos aprender essa lição.
 Amar os irmãos pode se tornar uma tarefa árdua. Saber conviver com alguém que é totalmente diferente da gente, não é fácil.Para nos auxiliar, nesse verso Pedro nos recomenda algumas atitudes repletas de sabedoria:
  • A UNIDADE DE PENSAMENTO. A unidade da igreja não é sinônimo de uniformidade, mas de cooperação em meio à diversidade. Somos um corpo com diferentes membros. Não competimos uns com os outros; cooperamos mutuamente. Entre os membros da igreja de Deus não deve existir partidarismo nem vanglória. Em vez de pensar apenas no que é propriamente seu, cada irmão deve pensar no que é do outro, em como honrá-lo. 

Certamente o que Pedro está dizendo é que, com respeito a Cristo e sua obra, devemos ter a mesma convicção. Essa convicção nos é dada pela Palavra de Deus. Que as diferenças não dividam, mas enriqueçam a igreja. Assim, ele exorta os crentes a “viver em harmonia”.
Poderíamos sintetizar esse ponto com a conhecida expressão: 
“NAS COISAS FUNDAMENTAIS, UNIDADE; 
NAS COISAS NÃO ESSENCIAIS, LIBERDADE; 
E EM TODAS AS COISAS, CARIDADE”.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

DIA 31 - O AVIVAMENTO TIRA DA ESCRAVIDÃO - 40 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO



DIA 31 - O AVIVAMENTO TIRA DA ESCRAVIDÃO

O livro de Esdras registra um dos avivamentos entre o povo de Israel que estava no exílio da Babilônia, longe de Deus, envolvido com os costumes daquela nação. Mas Deus soberanamente toca nos corações dos líderes da Babilônia e permite que os israelitas voltem a sua cidade para restaurarem o Templo e a adoração ao Deus dos céus.
Há alguns detalhes importantes nesta história:

1. O avivamento vem com o ensino da Palavra.
Pois Esdras tinha decidido dedicar-se a estudar a Lei do SENHOR e praticá-la, e a ensinar os seus decretos e mandamentos aos israelitas. Esdras 7.10
Esdras tinha uma posição pastoral como líder do povo de Deus. Os pastores das igrejas tem a mesma responsabilidade de dedicar-se a estudar, praticar e ensinar a Palavra. É importante que pastores e líderes das igrejas ensinem o que é a verdadeira vida cristã.

2. O jejum e a oração são base para o avivamento.
Por isso jejuamos e suplicamos essa bênção ao nosso Deus, e ele nos atendeu. Esdras 8.23
O líder levou o povo a jejuar e orar no processo de restauração do culto e adoração a Deus. Nós pastores devemos mobilizar jejum e oração em nossas igrejas para que venha o avivamento espiritual.

3. O líder deve estar consciente do pecado do povo. 
2 Eles e seus filhos se casaram com mulheres daqueles povos e com eles misturaram a descendência santa. E os líderes e os oficiais estão à frente nessa atitude infiel!
3 Quando ouvi isso, rasguei a minha túnica e o meu manto, arranquei os cabelos da cabeça e da barba e me sentei estarrecido!
4 Então todos os que tremiam diante das palavras do Deus de Israel reuniram-se ao meu redor por causa da infidelidade dos exilados. E eu fiquei sentado ali, estarrecido, até o sacrifício da tarde. Esdras 9.2-4
A reação de Esdras ao saber do pecado do povo foi radical. Ele tinha consciência de quanto o pecado entristece a Deus e traz desgraça à nação. Os pastores e líderes das igrejas deveriam ter a mesma consciência. O nosso pecado elimina a benção do Senhor. Deus é Santo e quando vivemos na pratica do pecado, não teremos seu favor.

4. O líder deve pedir perdão a Deus pelos pecados do povo.

5 Então, na hora do sacrifício da tarde, eu saí do meu abatimento, com a túnica e o manto rasgados, e caí de joelhos com mãos estendidas para o SENHOR, o meu Deus, 
6 e orei: Meu Deus, estou por demais envergonhado e humilhado para levantar o rosto diante de ti, meu Deus, porque os nossos pecados cobrem a nossa cabeça e a nossa culpa sobe até os céus.
7 Desde os dias dos nossos antepassados até agora, a nossa culpa tem sido grande. Por causa dos nossos pecados, nós, os nossos reis e os nossos sacerdotes temos sido entregues à espada e ao cativeiro, ao despojo e à humilhação nas mãos de reis estrangeiros, como acontece hoje. Esdras 9.5-7 
Esdras sentiu-se envergonhado e numa atitude de humilhação orou e confessou o pecado do povo. Clamou a misericórdia de Deus, pediu perdão e restauração. Da mesma forma pastores líderes devem estar conscientes dos pecados da igreja da nação e pedir perdão a Deus.

5. Deus começa a agir e acontece um quebrantamento. 
Enquanto Esdras estava orando e confessando, chorando prostrado diante do templo de Deus, uma grande multidão de israelitas, homens, mulheres e crianças, reuniram-se em volta dele. Eles também choravam amargamente. Esdras 10.1
Notem que Esdras estava orando, confessando e chorando e o povo todo começou a chorar amargamente. 
Com certeza foi uma atuação poderosa do Espírito Santo. Levar este povo a reconhecer um pecado que estavam cometendo há anos, sem qualquer convicção, só pode vir de uma atuação de Deus.
Infelizmente hoje o povo apresenta desculpas para o seu pecado, achando que é normal praticar atos contrários à Palavra de Deus. Desculpas tais como: ninguém é de ferro; eu tenho direito de ser feliz; Deus compreende a minha situação; a carne é fraca, etc. acontecem regularmente em nossas igrejas. Mas quando há real ação do Espírito Santo, reconhecemos o pecado. Coisas que outrora aceitávamos como normais agora compreendemos que são terríveis aos olhos de Deus. O avivamento faz isso.

6. O povo confessa e abandona o pecado.
2 Então Secanias, filho de Jeiel, um dos descendentes de Elão, disse a Esdras: "Fomos infiéis ao nosso Deus quando nos casamos com mulheres estrangeiras procedentes dos povos vizinhos. Mas, apesar disso, ainda há esperança para Israel. 3 Façamos agora um acordo diante do nosso Deus e mandemos de volta essas mulheres e seus filhos, segundo o conselho do meu senhor e daqueles que tremem diante dos mandamentos de nosso Deus. Que isso seja feito em conformidade com a Lei. Esdras 10.2-3
O Povo reconheceu o pecado, pediram perdão e decidiram deixar de praticá-lo. 
Há muita gente brincando com Deus, confessando o pecado mas continuando na sua prática. A Bíblia diz: Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia. Provérbios 28.13. Pode esconder seu pecado das pessoas, mas de Deus nunca. E quem esconde o pecado não prospera, por mais que seu pastor pregue prosperidade. O correto é confessar e abandonar para alcançar a misericórdia e o favor de Deus. 

Que tremendo avivamento ocorreu entre o povo de Israel. Por causa da Palavra de Deus, reconheceram o pecado, se arrependeram, pediram perdão, consertaram as coisas e voltaram para Deus. 

Será que a nossa nação experimentará um avivamento como este? Sem duvida, afinal estamos jejuando e orando e Deus, responderá, iniciando um movimento de volta para Ele, em nossas igrejas e em toda a nação.

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MOTIVOS DE ORAÇÃO:
- Ore para que os pastores preguem a Palavra com poder e autoridade. 
- Ore para que o povo de Deus reconheça o pecado e que haja arrependimento, quebrantamento e volta para Deus.
- Ore para que haja consertos nas igrejas. Que o povo abandone a prática do pecado.

DIA 23 - COMODISMO

DIA 24 - TRADICIONALISMO

DIA 25 - O DIABO NÃO QUER VER OS CRENTES AVIVADOS




segunda-feira, 6 de novembro de 2017

DIA 30 - AS PROMESSAS DE DEUS NA INAUGURAÇÃO DO TEMPLO - 40 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO



DIA 30 - AS PROMESSAS DE DEUS NA INAUGURAÇÃO DO TEMPLO
Vimos ontem o avivamento desencadeado com a inauguração do templo e a volta da presença de Deus manifesta pela sua Glória enchendo o templo. 

Depois da oração de consagração, Deus responde ao Rei Salomão e no meio da resposta há uma frase bem conhecida com promessas de Deus para seu povo:

"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra". II Crônicas 7.14

1. Deus tem um povo. 
A Igreja de Cristo é o verdadeiro povo de Deus. É o conjunto daqueles que nasceram da água e do Espírito. Filhos de Deus pelo nascimento espiritual. É a igreja do Deus vivo; o corpo de Cristo; a Noiva do Cordeiro, a grande multidão que ninguém pode enumerar de todas as nações, tribos, povos e línguas.

Satanás e seus demônios se dobram diante deste povo especial. Reis, presidentes, autoridades políticas um dia vão reconhecer este povo e respeitar o seu poder.

2. Este povo tem um Deus. 
Este povo não está abandonado e solto neste mundo de trevas. Ele tem um líder, um Senhor, um Rei, O Deus criador e controlador de todas as coisas é o seu protetor e habita no meio do seu povo. Por mais que as aparências indiquem fraqueza, o que difere este povo dos demais é a presença poderosa de Deus. Vejam o que Ele mesmo diz: Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: "Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito". Isaías 57.15

Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: "Habitarei com eles e entre eles andarei; sei o seu Deus, e eles serão o meu povo". II Coríntios 6.16

3. Se humilhar.

No meio do povo de Deus não há espaço para o orgulho, que é caracterizado por uma independência de Deus. O orgulhoso pensa que pode fazer as coisas por si mesmo, acha que tem poder e condições de executar tudo, por isso se afasta de Deus e tem justificação própria. Mas se a pessoas se humilha, e vem quebrantada diante de Deus, reconhecendo seu pecado e independência, com certeza obterá o perdão e restauração. Aquele que se humilhar será exaltado.

4. Orar e buscar a face de Deus. 

Temos aprendido que o avivamento é resultado de muita oração. Se orarmos e buscarmos a Deus, com certeza Ele nos ouvirá. A misericórdia dele dura para sempre, e sabemos que Ele nunca desprezará um coração quebrantado. 
O Senhor Jesus prometeu: E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. João 14.13

5. Converter-se dos seus maus caminhos. 
A palavra conversão tem a ideia de fazer meia volta. Em outras palavras, deixar o seu mau caminho e agora voltar para os caminhos do Senhor. Isto implica em abandonar todo pecado e suas praticas, e voltar-se para Deus.

6. Ouvirei do céu. 
Que tremenda promessa de Deus: Eu ouvirei! Aleluia! Nosso Deus não é um ídolo surdo e mudo. Ele ouve nossas orações e responde. Ele é real e está pronto para ouvir os pedidos dos seus filhos. Ele tomou a iniciativa da comunhão conosco, quando se fez homem e veio a este mundo e morreu na cruz, para abrir o caminho da comunicação com Ele. Deus fica feliz quando oramos.

7. Perdoarei o seu pecado. 

Como é difícil de entender a paciência, graça e misericórdia de Deus. Cada vez que chegamos diante dele para pedir perdão, sempre saímos perdoados. O Senhor prometeu que assim como o oriente está no ocidente, Ele afasta de nós nossas transgressões. Ele lançou o nosso pecado no fundo do mar. Ele perdoa e esquece. Aleluia!

8. Sararei a sua terra. 
Além de nos ouvir e perdoar, Deus ainda promete que vai curar nossa terra. Ele tratará nossas feridas pessoais. Ele restaurará o seu povo. Ele abençoará a terra, por causa do seu povo que se volta para Ele. 

Isto é avivamento espiritual. Deus se voltando para o seu povo. O Povo de Deus se voltando para Ele, em humilhação, arrependimento, confissão e busca. Ele ouve, perdoa, restaura, regenera, transforma, faz tudo novo e experimentamos um verdadeiro avivamento espiritual.

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MOTIVOS DE ORAÇÃO:
- Ore para que a nação brasileira se humilhe e reconheça que precisa do perdão e se volte para Deus. 
- Peça ao Espírito Santo que provoque no povo brasileiro um desejo de voltar para Deus.
- Peça a Deus que cure a nossa nação. Estamos enfermos espiritualmente, e somente Deus poderá sarar a nossa terra.


DIA 23 - COMODISMO

DIA 24 - TRADICIONALISMO

DIA 25 - O DIABO NÃO QUER VER OS CRENTES AVIVADOS




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