segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

PASTORAL: A ILUSÃO E OS EXCESSOS DO CARNAVAL



A ILUSÃO E OS EXCESSOS DO CARNAVAL
“Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias perpetuamente.”
(Salmos 16.11)

Começou na sexta-feira passada e irá até a terça-feira a mais vergonhosa, mais degradante e mais destruidora de todas as festividades que se produz nesse país e no mundo. Apesar da crise estonteante e galopante na qual estamos, o Brasil para. A começar por Brasília, sede do poder, desde a quarta-feira última não há expediente e o Congresso Nacional só deverá voltar à sua normalidade depois do dia 06 de Março. Com a desculpa de que essa festa demoníaca traz benefícios à economia e dividendos do turismo, o fato que a mídia não revela, são os desastrosos resultados produzidos por esses dias de insanidade e bestialidade.
O carnaval brasileiro ostenta o título de maior festa popular do mundo. Festa onde não faltam os excessos da bebedeira e da sensualidade sem freios. Milhares de pessoas numa mistura de desvario e insanidade, entregam-se a todos os tipos de prazeres que as bebidas, as drogas, o dinheiro e a carne possam proporcionar, ou melhor, em vão prometem proporcionar.
O carnaval brasileiro atrai turistas do mundo inteiro. Move os grandes centros urbanos. Atrai investimentos pesados dos governantes. Graças a Deus e à crise na qual estamos, algumas cidades nesse ano não terão carnaval, de tão endividadas que estão. Não fosse isso, mais dinheiro e vidas seriam desperdiçados.


O que mais nos entristece é saber que o saldo dessa festa da carnalidade é totalmente negativo para a família. São milhares de jovens que se embriagam. São milhares de jovens que se iniciam nas drogas. São milhares de meninas que contraem doenças sexualmente transmissíveis e desenvolvem uma gravidez indesejada sem nem saberem qual dos parceiros é o genitor. Durante essa festa maldita, a AIDS cresce de forma vertiginosa condenando milhares de vidas. São milhares de indivíduos que se rendem às loucas paixões. São milhares os casamentos que se acabam. São milhares de pessoas que depois das cinzas, colhem os amargos frutos dessa festa dos excessos.
Nesse período, alguns se escondem atrás das máscaras e outros se revelam através delas. A dor que não se consegue estancar é dissimulada pelas plumas e pelo colorido que tenta inutilmente maquiar as cinzas que dominam seus corações.
Diferente é a festa que Deus oferece. Como lemos acima, na presença de Deus existe plenitude de alegria e à destra de Deus delícias perpetuamente. Há se os carnavalescos, mestres salas e portas bandeiras, todos os blocos e passistas experimentassem da água da vida e provassem da verdadeira alegria do Senhor! Há se o Brasil se tornasse conhecido não pela festa da carne, mas pela festa do Espírito Santo! Há se cada crente dobrasse os seus joelhos em arrependimento e o Senhor, por isso, sarasse a nossa terra!
Que o Senhor tenha misericórdia do nosso Brasil, que o Senhor perdoe os pecados da nossa nação, que esse país um dia seja conhecido como uma nação cujo Deus é o Senhor! Amém.

Pr. Dener Maia

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

UMA CIDADE TRANSFORMADA PELO PODER DE DEUS



UMA CIDADE TRANSFORMADA PELO PODER DE DEUS

INTRODUÇÃO: Todos os dias só ouvimos falar em crise. O mundo está mergulhado numa crise ampla e generalizada. A corrupção, a violência, as guerras, as fomes, as doenças e o individualismo têm levado cidades e países ao caos. 
Hoje estamos celebrando os 485 anos da nossa cidade; temos muito o que agradecer a Deus, mas também temos muitos problemas a enfrentar. A nossa cidade precisa passar por uma transformação que vai muito além da aparência, das palavras, da estética ou do exterior, precisa passar por uma mudança no coração de cada morador, de cada cidadão. Cremos que isso só será possível pelo poder de Deus conforme vamos ver na sua palavra.
Texto Bíblico: NEEMIAS 1.1-11

1 – SAIBA EM QUE SITUAÇÃO O POVO ESTÁ – FAÇA PERGUNTAS
“Hanani, um dos meus irmãos, veio de Judá com alguns outros homens, e eu lhes perguntei acerca dos judeus que restaram, os sobreviventes do cativeiro, e também sobre Jerusalém.” (Neemias 1.2)

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