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terça-feira, 12 de novembro de 2013

71º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DA PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA




71º Dia
"A Família e o Desafio da Proteção do Meio Ambiente"

Leitura Diária: João 3

“Tomou, pois, O Senhor Deus o homem e o pôs no jardim do Éden, para o lavrar e guardar” 
(Gênesis 2.15)

“Porque a ardente expectação da criação aguarda a manifestação (gr. apocalupsis) dos filhos de Deus” 
(Romanos 8.19).

Há alguns anos ouvi o jornalista Joelmir Beting (falecido em 2012) fazer uma afirmação contundente: A NATUREZA NÃO SE DEFENDE, ELA APENAS SE VINGA. Muitos dos chamados desastres naturais podem ser consequência da irresponsabilidade dos governos, da teimosia dos cidadãos, da nossa relação irrefletida com o meio ambiente, mas principalmente de uma presença pecaminosa do povo de Deus no mundo. Uma presença no mundo sem um sentido lato de missão, de guardar, observar, obedecer todas as coisas que Jesus ensinou (Mateus 28.20). Como em Ezequiel 22.24ss não se pode culpar apenas a natureza pelos desastres ambientais; governo, povo e igrejas têm sua parcela de culpa.

Quando Deus criou o ser humano e o colocou no jardim do Éden, ordenou claramente um desenvolvimento sustentável do planeta (Gênesis 2.15). Nem lavrar sem guardar, nem guardar sem lavrar, foi a ordem divina. Vê-se por aqui que a responsabilidade ecológica não foi uma invenção humana moderna, foi uma ordenança divina antiga.

A Escritura Sagrada afirma que toda a criação vive sob a ardente expectação, da apaixonada expectativa, de que aqueles que são chamados filhos de Deus pensem, falem e ajam como legítimos filhos de Deus! Que os filhos de Deus reproduzam em suas ações o caráter divino! Que aja coerência de vida com o nome que levamos! Por isso Ihes disse que entre os fatores principais para os pecados ecológicos estava a presença pecaminosa do povo de Deus no mundo. Curto: os nossos pecados, a nossa teimosa dureza de coração (gr. esclerocardia) para cumprir todas as ordens divinas (e não apenas as nossas prediletas) é uma das causas dos desastres ambientais.

É preciso que no seio da família valores “ecológicos” comecem a ser disseminados desde cedo para que as famílias cristãs cumpram também a ordem de lavrar e guardar o planeta; para que as famílias cristãs não experimentem a “vingança” da natureza e para que o “apocalipse”, a manifestação dos filhos de Deus cumpra a ardente expectação da criação.

Ore para que a família cristã aceite o desafio divino da proteção do meio ambiente.


Oremos:
1) Pelas famílias, para que sejam agentes de preservação do meio ambiente;
2) Pela revitalização nas famílias do princípio da mordomia cristã com relação ao meio ambiente;
3) Para que os valores ecológicos sejam disseminados desde cedo nas famílias cristãs;
4) Para que a família cristã aceite o desafio da proteção ao meio ambiente;
5) Pelo equilíbrio ambiental de nosso planeta.







Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

70º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DA DROGA" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA



70º Dia
"A Família e o Desafio da Droga"

Leitura Diária: João 2

“O pecado não pode mais ditar as regras da vida de vocês. Afinal, vocês não estão mais vivendo sob a velha tirania: estão vivendo na liberdade de Deus” 
(Romanos 6:14).

A guerra contra o crack ainda não está sendo vencida pelas autoridades, admitiu em 28/12/2012 a Secretária Nacional de Segurança Pública (fonte: Site da Agência Brasil – EBC). Talvez porque a guerra contra o crack e contra a droga não seja meramente uma questão de segurança pública, mas de segurança familiar. A guerra contra a droga começa no seio familiar.

Quer me parecer que existem pelo menos dois paradigmas da relação entre família e drogas: 
a) a desestruturação familiar e a ausência de genuína conversão que abrem lacunas para o domínio das famílias pelas drogas, 
b) a influência externa alinhada ao fator “curiosidade” sobre membros de família criados em “redomas de vidro” sem saberem o que os esperava “lá fora”.

Famílias cristãs precisam ser constituídas e mantidas nos princípios bíblicos, tendo experimentado genuína conversão, para que sejam verdadeiras trincheiras espirituais e morais na guerra contra as drogas. Famílias cristãs precisam vigiar contra influências externas, com valores não cristãos, para que o caminho que foi ensinado ao menino (Pv 22:6) não seja substituído por caminhos que parecem mais prazerosos mas que são os caminhos da morte. Além disso a comunicação dentro da família cristã deve encarar de forma transparente. os desafios deste tempo. Nós não devemos nos esquecer jamais que o caminho das drogas e do pecado se apresenta sempre bonito e prazeroso. O pecado não é feio, é bonito, é muito “odara” (gíria = maravilhoso, legal, bom, bonito)! Mas ele leva à morte!

Ore para que a família cristã seja constituída e mantida nos princípios bíblicos e sejam refúgio contra as drogas. Ore por sabedoria na abordagem clara e bíblica do problema das drogas.


Oremos:
1) Para que a família não sucumba diante do desafio das drogas;
2) Pela conversão dos membros da família, melhor escudo contra as drogas;
3) Pelos filhos, para que não sejam dominados pela curiosidade de experimentar drogas lícitas e ilícitas;
4) Pela libertação e restauração dos familiares que já estão aprisionados pelas drogas;
5) Para que as nossas famílias sejam refúgio contra as drogas, sabendo tratar a questão com sabedoria e fundamentação bíblica.






Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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domingo, 10 de novembro de 2013

69º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DA INFLUÊNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA



69º Dia
"A Família e o Desafio da Influência dos Meios de Comunicação"

Leitura Diária: João 1

“O Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão, grava-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo” 
(Habacuque 2:2).

Os meios de comunicação de massa e interpessoais são instrumentos utilizados na realização do processo de comunicação de uma mensagem (ideia que se deseja comunicar) entre um emissor (pessoa que comunica uma mensagem) e um receptor (a quem é destinada a mensagem). Meios sonoros como o telefone e o rádio, escritos- jornais e revistas, audiovisuais – televisão e cinema e hipermídia – tv digital e internet.

Em nossos dias, de modo especial com a internet, mas ainda também com a TV, os meios de comunicação se tornaram canais poderosos, quase onipresentes, através dos quais são transmitidas não apenas mensagens, mas também valores, padrões de comportamento e convicções. A grandiosa influência dos meios de comunicação é inquestionável, e por isso não é tanto sua influência que deve nos preocupar, mas sobretudo a mensagem que é transmitida. Boa ou má, verdadeira ou falsa, edificante ou demolidora dos valores cristãos, a mensagem poderá conquistar e até dominar membros da família, estabelecendo ora o conflito no seio familiar e em consequência a desagregação familiar, ora a “reunião” e a ligação familiar. É preciso investir nas mensagens agregadoras.

As redes sociais parecem ser neste tempo, por um lado, as grandes vilãs; e por outro, as grandes vitoriosas nesse processo de comunicar valores e princípios. O ser humano vai se tornando cada vez mais “transparente” nas redes sociais, também para as obras infrutuosas das trevas.

O Senhor Deus antecipa por intermédio do profeta Habacuque um tempo como o nosso de grande azáfama, grande pressa, atividade e confusão e manda que se escreva a revelação divina concedida, gravando-a sobre tábuas, para que a possa ler até quem passa correndo. Com tal revelação não há uma demonização dos meios de comunicação, mas a percepção deles como meio de comunicação, de massa ou interpessoal, da mensagem salvadora do evangelho de Jesus Cristo e do ensino eficaz e transformador dos princípios e dos valores bíblicos. Se já não há tanta facilidade assim para a família pós-moderna se reunir presencialmente para um culto doméstico, pelo desencontro constante dos horários e compromissos, por que não se reunir, pelo menos, virtualmente para um “fastfood” espiritual de modo a reduzir as más influências dos meios de comunicação, e acentuar-Ihes as virtudes e influências positivas?

Ore para que a família cristã encontre tempo na azáfama da vida para compartilhar e transmitir valores cristãos e princípios bíblicos uns aos outros.


 Oremos:
1) Pelas famílias, para que não se deixem influenciar para o mal pelos meios de comunicação;
2) Para que o tempo gasto à frente da TV ou da internet não acarrete o esfriamento do relacionamento entre os membros das famílias;
3) Para que os veículos de comunicação sejam cada vez mais ocupados pela pregação da Palavra de Deus;
4) Por santidade na hora de acessar os meios de comunicação;
5) Para que a família cristã encontre tempo para compartilhamento cristão.







Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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sábado, 9 de novembro de 2013

68º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DO CONSUMISMO" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA



68º Dia
"A Família e o Desafio do Consumismo"

Leitura Diária: Lucas 24

“Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer’ 
(Isaías 55.2a).

“Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco. ‘Onde estão seus móveis?’, perguntou o turista. E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também: ‘E onde estão os seus … ?’. ‘Os meus?!’, surpreendeu-se o turista. ‘Mas estou aqui só de passagem!’. ‘Eu também .. .’, concluiu o sábio” (fonte: internet).

A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que Ihes é necessário para a sobrevivência, enquanto no consumismo a aquisição de bens é compulsiva, i.e., impelida por uma imposição interna irresistível e sem uma reflexão sobre a impropriedade ou não da ação. Adolescentes são o alvo principal da propaganda, cujo interesse é obviamente vender e lucrar cada vez mais, sem importar se essas vendas distorcem ou prejudicam o espírito humano. Há pais que incentivam o consumismo de seus filhos, às vezes para compensar suas ausências ou para tentar assim mostrar o seu amor. Mas há também jovens e adultos compulsivamente consumistas.

O consumismo não apenas descaracteriza o espírito humano, tornando-o egocêntrico e causando uma inversão dos valores, mas também utiliza de forma errada os recursos financeiros, que poderiam ser canalizados na prática do bem ao próximo e no investimento na obra de Deus. O consumista por vezes vê na ostentação do acúmulo de bens de consumo a garantia da aceitação nos grupos sociais significativos, inclusive na igreja. Não é raro que ele veja no consumismo a razão do seu existir, e o valor da sua pessoa. Ouçamos Jesus: “E disse-lhes: Acautelai-vos e, guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lucas 12.15).

Ore para que a família cristã tenha consciência de que aqui estamos só de passagem, investindo recursos financeiros somente no que é necessário, deixando de lado o supérfluo.


Oremos:
1) Para que a família vença o desafio do consumismo;
2) Pelos membros de nossas famílias, para que não se deixem seduzir pelas propagandas nem cedam à tentação do consumo desenfreado;
3) Pelos pais, para que não incentivem o consumismo de seus filhos;
4) Para que Deus limpe os nossos corações do egoísmo e do materialismo;
5) Para que a família cristã se conscientize acerca da transitoriedade da vida na terra e saiba aplicar bem seus recursos.







Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

67º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DA HOMOSSEXUALIDADE" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA




67º Dia
"A Família e o Desafio da Homossexualidade"

Leitura Diária: Lucas 23


“Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro. E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm;” 
(Romanos 1:26-28)

Em 1994 a caminho de metrô para o centro da cidade de Hamburgo, na Alemanha, os meus dois filhos (6 e 8 anos de idade) fizeram um comentário deselegante ao passarmos por um outdoor onde se via a demonstração homo-afetiva de duas mulheres e me perguntaram o que Deus pensava daquilo. Era a primeira vez que tomávamos contato e falávamos sobre o assunto, tão comum no velho continente. Os meus filhinhos mostravam assim “a obra da lei escrita no seu coração, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os” (Romanos 2:15). Eles já entendiam que aquilo era errado para Deus!

O texto de Romanos deixa claro que a homossexualidade é “paixão infame”, é contrária à natureza, é mudança de uso natural, é inflamação de sensualidade, é torpeza, sentimento depravado, coisa que não convém. Com tais termos “politicamente incorretos” a Bíblia qualifica a homossexualidade como pecado. Mas a Bíblia também diz que do céu é revelada a ira de Deus contra a homossexualidade! O Salário do pecado é a morte, existencial e espiritual!

É preciso contudo entendermos que:

1) Nós vivemos numa sociedade não cristã, com valores não cristãos. Não podemos e não devemos exigir dessa sociedade um comportamento cristão. Seria pedir uma conversão das atitudes, sem uma conversão do coração!

2) “A ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tiago 1:20). É Deus quem castiga o pecado, não nós! Isso desautoriza a violência da homofobia,

3) Deus odeia o pecado, mas segue amando o pecador! Os que optaram pela “paixão infame” devem ser alvo da nossa pregação misericordiosa, pois a misericórdia triunfa sobre o juízo ("Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo." - Tiago 2:13).

Ore para que a família cristã tenha sabedoria para seguir e pregar a verdade bíblica com amor cristão ("Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo," - Efésios 4:15) para com todos, mesmo para com os que optaram por orientação sexual contrária à natureza e não bíblica.


Oremos:
1) Para que a família prevaleça no desafio do homossexualismo;
2) Para que Deus não permita que as leis brasileiras se degenerem a ponto de criminalizar a pregação de que o homossexualismo é pecado;
3) Pelos nossos filhos, para que não sejam presas fáceis do homossexualismo devido à militância ideológica de nossos dias;
4) Para que os homossexuais sejam alvo da pregação misericordiosa e não sofram nenhum tipo de violência;
5) Para que a família brasileira tenha sabedoria para seguir pregando a verdade bíblica com amor cristão.






Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

66º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DO ABORTO" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA



66º Dia
"A Família e o Desafio do Aborto"

Leitura Diária: Lucas 22

“Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia” 
(Salmo 139:15,16).

Os dicionários Aurélio e Houaiss definem aborto como (jur.) “a interrupção dolosa da gravidez, com expulsão do feto ou sem ela” e “da qual resulta a morte do nascituro”. Creio que assim aprendemos desde a infância. Há entretanto novas interpretações para o aborto e que resultam em amenizar a sua seriedade. Em 2010 a então candidata Dilma Rousseff afirmou que era contra o aborto porque ele “é uma violência contra a mulher”. Na mesma ocasião ouvi de um irmão a justificativa para a posição do seu partido sobre o aborto dizendo que precisávamos olhá-lo pelo foco da saúde pública e assim descriminalizá-lo. No dia 4.10.2010, o n° 190 do Diário Oficial da União – Seção 3, pág. 88, publicava um termo aditivo de prorrogação ao termo de cooperação entre a União Federal (Ministério da Saúde) e a Fundação Oswaldo Cruz (RJ) para “Estudo e Pesquisa para Despenalizar o Aborto no Brasil”. Lamentável!

Há outras interpretações tão evasivas quanto essas, mas nós devemos perguntar: O que pensa o Criador e Senhor absoluto da Vida sobre o aborto? O que Ele revela sobre o ser em desenvolvimento no útero materno desde a sua fecundação?

A Bíblia deixa claro o interesse Divino sobre o “corpo” ainda informe. Assim a Bíblia afirma que o aborto é primeiramente uma violência contra a vida, e uma usurpação de uma prerrogativa divina. Em conclusão, a Bíblia chama o aborto de pecado, ainda que descriminalizado cultural e legalmente. Deus não nos criou para o pecado! 

Aborto: aborte essa ideia!

Ore pela família cristã para que ela sempre faça a opção pela vida e não pela morte.


Oremos:
1) Pelo fim da prática do aborto;
2) Para que Deus não permita a despenalização nem a banalização do aborto no Brasil;
3) Para que as famílias cristãs não sejam contaminadas por interpretações evasivas e secularizadas sobre o aborto;
4) Pelas vidas humanas que estão agora mesmo no útero de suas mães, para que Deus as guarde de serem assassinadas;
5) Pelas grávidas, para que consagrem o fruto de seu ventre a Deus e recebam d’Ele a provisão necessária para o feliz e saudável nascimento de seus filhos.







Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

65º DIA - "A FAMÍLIA E O DESAFIO DA SAÚDE INTEGRAL" - CAMPANHA 100 DIAS DE ORAÇÃO IMPACTANDO A FAMÍLIA



65º Dia
"A Família e o Desafio da Saúde Integral"

Leitura Diária: Lucas 21

“Partiu, pois, a Sunamita e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo; e sucedeu que, vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre-lhe ao encontro e pergunta-lhe: Vais bem? Vai bem teu marido? Vai bem teu filho? Ela respondeu: Vai bem” 
(2 Reis 4:25,26).

Quando o profeta Eliseu passava pela cidade de Suném (2Reis 4:8) ele era convidado por uma sunamita e seu esposo, ricos, e sem filhos, para comer com eles. A partir da compreensão de que Eliseu era “um santo homem de Deus” (4:9) eles resolveram fazer um pequeno quarto em cima do muro, com uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro e, assim, Elizeu passou a não apenas comer, mas também a pernoitar ali. Eliseu profetizou que a sunamita teria um filho e de fato um ano depois isso aconteceu (4:17). Quando o menino cresceu e estava no campo com seu pai teve uma aguda dor de cabeça. O pai mandou levá-lo à mãe (4:19) mas o menino não resistiu e acabou morrendo. A sunamita então colocou a criança morta sobre a cama do homem de Deus (4:21), procurou o seu marido para dizer-lhe que ela ia ao encontro do homem de Deus (4:22). Estranhando a repentina viagem o homem perguntou à sua esposa: “Por quê? Não é lua nova nem sábado?” (4:23) Ao que ela respondeu: “Tudo vai bem!”, e partiu! Quando chegou perto do Monte Carmelo Elizeu mandou perguntar-lhe:

“Vais bem? Vai bem teu marido? Vai bem teu filho? E ela mais uma vez respondeu: Vai bem”. A história prossegue e ela revela a Eliseu a sua amargura, concluindo pela recuperação da vida e da saúde da criança.

A sunamita e seu esposo eram ricos, com sensibilidade espiritual, tratavam com desvelo o profeta do Senhor, investiam na obra de Deus, mas tinham problemas em assumir as responsabilidades pelo bem-estar do filho, além de terem problemas com a comunicação conjugal. Eles estavam bem em alguns aspectos, mas havia problemas e nem tudo ia bem. O que se destaca aqui é que a sunamita afirmava categoricamente que tudo ia bem, quando na verdade a criança estava morta.

Como vai a saúde da família? Tem bem-estar material, mas não experimenta bem-estar conjugal? Apresenta atitudes “religiosas” compatíveis com o que se espera, mas no fundo vive distorções e desvios espirituais profundos? Tem aparência e nome de que vive, mas está morta (conf. Apocalipse 3.1 b)? Como vai a saúde da sua família?

Ore pela saúde integral da família, principalmente a saúde espiritual.

Oremos:
1) Pela saúde integral da família;
2) Pelos pais, para que assumam as responsabilidades pelo bem- -estar de seus filhos;
3) Para que haja boa comunicação nas nossas famílias;
4) Para que sejam eliminadas todas as distorções espirituais em nossos lares:
5) Para que nossas famílias sejam verdadeiramente vivas e saudáveis.






Fonte: Extraído do Livro 100 Dias de Oração
Escritor: Pr. Josué Mello Salgado - 
Doutor em Teologia e Pastor da Igreja Memorial Batista  de Brasília
Tema da Semana: Famílias Saudáveis e os Desafios deste Tempo 






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